sábado, 5 de abril de 2014

TORCIDA UNIFORMIZADA DO PALMEIRAS - A TUP foi fundada em 1970 por um grupo de pessoas ligadas ao clube, alunos do Colégio Dante Alighieri, além de outros moradores da Pompéia, em sua maioria italianos ou descendentes, dentre eles figuras muito conhecidas como o técnico Mário Travaglini, o repórter Roberto Silva e o diretor do Palmeiras Mário Genovese.  A TUP ao longo de sua história sempre representou muito bem o Palmeiras nas arquibancadas e fora das arquibancadas, porém, um pouco mais sossegada, no objetivo de como toda torcida deve ser, apenas de incentivar e torcer para sua equipe onde e em qualquer situação, e sempre respeitou todos e tudo, mas quando foi preciso o tupista soube ser guerreiro para defender a sua única paixão: A Sociedade Esportiva Palmeiras.  Apesar de seus fundadores serem maioria da colônia italiana, a TUP foi aberta a todos e com isso, cresceu muito. A primeira sede da T.U.P era uma sala alugada na Rua 24 de Maio, que rapidamente se tornou ponto de encontro de muitos palestrinos.  Com o crescimento da torcida, começaram a ter mais caravanas pelo Brasil inteiro, mais bandeiras começaram a ser confeccionadas e em tamanho maiores, e a sede da Rua 24 de maio ficou muito pequena, desse modo passaram para uma maior sede, na Rua Barão de Paranapiacaba, e a estrutura aumentou.  Em três anos consecutivos, a TUP conquistou o troféu "Gandula", como a torcida mais vibrante do país, por isso ganhou o apelido que todo palmeirense conhece: TUP - A MAIS VIBRANTE.  Com o objetivo de crescer cada vez mais, a TUP mudou de sede novamente, dessa vez para Rua Padre Antonio Tomás e de lá para a atual sede, na Praça Luiz Carlos Mesquita. Atualmente, a estrutura da sede possui lanchonete, vestiários, camarotes e quadra coberta.  Apesar de ser a torcida mais antiga e mais tradicional, foi ultrapassada pela Mancha Verde em número de integrantes.  Possuindo um Bloco Carnavalesco, a TUP participa do Samba. O Bloco Carnavalesco recebeu o nome da torcida, quando fundado em 1989. Sempre fazendo bons desfiles, a TUP foi campeã em 1992 e mais recentemente em 2003, já atingiu o vice-campeonato em outras oportunidades, como em 1994 e 1997.

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sexta-feira, 4 de abril de 2014

TORCIDA DRAGÕES DA REAL - A Dragões da Real foi fundada em 15 de junho de 1984 a partir da fusão de duas torcidas tricolores, a Dragões da Real Torcida Jovem e a Força Jovem Mais Querido, duas torcidas que tinham o mesmo ideal, apoiar sempre o São Paulo FC acima de qualquer coisa, estando ele como e onde estiver.  Os primeiros jogos foram acontecendo e lá estava a Dragões da Real em todos, mostrando sempre muita garra e amor pelo São Paulo. Em 1985, veio o primeiro título paulista comemorado pela Dragões e, com isso, a torcida conquistou ainda mais força. Com apenas um ano de fundação, a Dragões já era uma das maiores torcidas do São Paulo.  O espaço fôra conquistado e vieram mais dois títulos: o brasileiro em 1986 e o paulista em 1987. Em 1986, a Dragões começava a se destacar e ficar conhecida por todo o Brasil e, só naquele ano, mais de mil são-paulinos se associaram, tornando a Dragões uma da maiores torcidas organizadas do país. O auge foi a final do campeonato brasileiro contra o Guarani, quando a torcida levou quase 2.000 sócios para Campinas.  Em 1987, a torcida continuou crescendo, renovou as bandeiras, faixas e instrumentos musicais e passou a possuir um patrimônio de dar inveja em muita torcida. As bandeiras se destacavam na arquibancada qualquer que fosse o jogo, sempre foram as mais bonitas, a criatividade e a vontade em crescer sempre foi a "arma secreta" da Dragões.  O ano de 1988 não foi dos melhores para o nosso Tricolor e os problemas começaram a surgir. O interesse dos associados pela torcida diminuiu e a entidade passou por muitos problemas, culminando com a perda da sede da Cásper Libero.   ANOS 1990 No final de 1990, um pequeno grupo de associados resolveu dar a volta por cima e começar tudo da estaca zero. Uma nova diretoria foi eleita, deu-se início a um recadastramento no quadro de associados e tudo começava novamente, idéias foram lançadas e o trabalho foi iniciado.  Em novembro de 1992, a Dragões adquiriu a sede da Prestes Maia, onde está até hoje. Em 1994, abrimos nosso belo bandeirão pela primeira vez nas arquibancadas do Morumbi. O nosso objetivo foi alcançado, colocamos a Dragões de volta à posição de uma das maiores torcidas do futebol paulista e, atualmente, o São Paulo FC é o único clube que pode contar com pelo menos duas torcidas realmente grandes.  No início da década de 90, a torcida publicou o Jornalzinho da Dragões, cuja maior alegria foi conseguir uma Entrevista Exclusiva com Mestre Telê Santana, que de quebra ainda posou pra fotos com o boné da Dragões.  Em agosto de 1995, o lamentável incidente ocorrido no estádio do Pacaembu resultou em uma portaria da Federação Paulista de Futebol, que com o apoio do Ministério Público e da Polícia Militar do Estado de São Paulo, impediu a entrada de faixas, bandeiras e uniformes que identificassem as torcidas organizadas nos eventos esportivos no estado de São Paulo. Essa proibição acabou de certa enfraquecendo todas as torcidas organizadas paulistas.  Entretanto, em 1999, um grupo de abnegados associados da Dragões resolveu novamente reerguê-la. Nesta época, a torcida se identificava nos estádios paulistas com faixas e camisetas com os dizeres "Uma vida de amor ao São Paulo FC".  Em 2001, outra grande alegria para a torcida: a então recém-criada Escola de Samba da Dragões da Real é campeã do carnaval paulistano na divisão de acesso logo no seu primeiro ano de desfile. Mais uma vez, os são-paulinos mostraram sua força também na avenida.  No novo milênio, o objetivo da torcida continua o mesmo desde que foi fundada: acompanhar o São Paulo FC onde quer que ele esteja. Não importa o estádio, não importa a distância, quando o SPFC estiver em campo, sempre vai haver uma faixa da Dragões da Real na arquibancada.    OS BANDEIRÕES 27 de fevereiro de 1994. Essa data, sem dúvida, sempre fará parte da história da Dragões, pois nesse dia estreamos nosso bandeirão, no Morumbi. Muitas pessoas podem achar besteira darmos tanta importância para esta data, mas, com certeza, essas pessoas nem imaginam as dificuldades e os problemas que enfrentamos para confeccioná-lo.  No início, o problema era dinheiro para comprarmos o tecido, que não era pouco, por isso, resolvemos pedir a colaboração aos associados e enviamos mais de 1.000 cartas. O resultado foi aparecendo, ainda que lentamente, e começamos a receber cartas que continham dinheiro e frases de incentivo e empolgação pela idéia. Nosso primeiro obstáculo foi ultrapassado, já tínhamos os 2.500 m2 necessários para a confecção de nossa bandeira gigante. O próximo passo era conseguir as tintas e, mais uma vez, foi possível contar com a solidariedade de nossos associados e torcedores do SPFC. Já tínhamos o pano e o dinheiro para as tintas, faltava apenas o desenho, que foi escolhido entre muitos que nos foram enviados.  Agora era só arregaçar as mangas e começar a trabalhar, o que não assustava ninguém, pelo contrário, não víamos a hora de começar. Levamos três dias para traçar o desenho e mais cinco para pintá-lo. Foram oito dias de trabalho exaustivo debaixo de um forte sol, sem ao menos pararmos para comer. Depois de tudo terminado, a alegria se misturou com ansiedade de ver chegar o dia da estréia. O dia tão esperado chegou, a expectativa era grande, e quando vimos por sobre nós aquela enorme bandeira, esquecemos de tudo! As dificuldades, o cansaço e toda ansiedade que antes se encontravam em nós foram transformados em alegria, emoção e orgulho, pois podemos dizer que apesar de nosso bandeirão não ser o maior, é sem dúvida nenhuma o mais bonito e tem um valor que nenhum outro tem, pois foi conseguido através da união e vontade de todos. Não tivemos patrocínio de nenhuma empresa e nem de político, nosso bandeirão foi patrocinado pelo amor e pela união que ficou provado mais uma vez, são marcas registradas de nossa torcida.  Infelizmente, porém, na reforma do Morumbi acontecida no final da década de 90, o bandeirão foi irremediavelmente avariado.  22 de junho de 2005. Mais de 11 anos depois da estréia do primeiro bandeirão e uma semana depois de completar 21 anos de vida, a Dragões abria finalmente seu segundo bandeirão no Morumbi. O jogo escolhido não poderia ser mais emocionante: o Tricolor venceu os argentinos do River Plate por 2x0, em plena semifinal da Copa Libertadores.  Mais uma vez, foi uma verdadeira batalha de um ano inteiro para concretizar o sonho do segundo bandeirão. Começamos em 2003 uma campanha para levantar fundos para fazer o segundo bandeirão, que pretendíamos estrear na Libertadores de 2004. Infelizmente, o dinheiro arrecadado não foi suficiente e tivemos que adiar o sonho. A Dragões trabalhou muito — e sem fazer alarde! — para conseguir concretizar o segundo bandeirão. No primeiro semestre de 2005, a diretoria da torcida correu atrás de patrocínio e contou também com o inestimável apoio (inclusive financeiro) de alguns conselheiros para levantar a verba necessária.  E foi assim, sem fazer barulho, mas com muito empenho, que a Dragões fez a estréia de seu segundo bandeirão. Mais uma dia inesquecível de uma vida de amor ao nosso querido SPFC.  Em 2009, a Dragões fez seu terceiro bandeirão. Não tão grande quanto os outros dois anteriores, mas justamente por ser menor pode ser levado a mais jogos, mesmo os que tenham pouco público. O terceiro bandeirão da Dragões foi feito também com muito esforço por parte da diretoria, trabalhando em conjunto com os associados.  Em 2010, a Dragões investiu diferente e fez um bandeirão-camisão, que imita a camisa retrô da Dragões nos anos 1980. 

quinta-feira, 3 de abril de 2014

SANGUE JOVEM SANTOS - A torcida Sangue Jovem, foi fundada em 01/07/1988, todos aqueles que participaram de sua fundação, eram oriundos da extinta Sangue Santista.  Devido a divergências com os dirigentes da extinta torcida, um pequeno grupo de torcedores, comandados por Oswaldo Vechi, que por sinal veio a ser o nosso primeiro presidente, e com certeza aquele que deu o grande impulso para o crescimento rápido de nossa entidade, o próprio Oswaldo com sua grande criatividade, foi quem pintou nossas bandeiras e nossas faixas, que eram muitas. O primeiro jogo em que a Sangue estreou foi no campeonato brasileiro de 1988, contra o Vitória da Bahia na Vila Belmiro, jogo este que terminou empatado com o placar de 1x1.   Como curiosidade vale lembrar que nessa partida a Sangue foi a Vila Belmiro com 26 bandeiras, fato este que hoje devido as restrições de órgãos públicos, não seria mais possível. Nossa primeira caravana, foi ao estádio do Maracanã, uma partida contra o Flamengo, que nesta partida promovia a volta de seu principal jogador de sua historia (Zico), que voltava de uma passagem pelo futebol italiano. O ingresso custava apenas R$ 1,00 real, e naquela tarde havia mais de 70 mil pessoas no Maracanã.  Depois disso a Sangue só crescia, em 1990, a torcida já contava com mais de 2.000 associados, a maioria bem participativa, a Sangue não deixava jamais de acompanhar o Santos F.C.   A primeira sede da Sangue, foi uma pequena sala na rua Amador Bueno, no centro da cidade de Santos, depois tiveram passagens pelo bairro do Marapé, quando finalmente conseguiu chegar ao bairro da Vila Belmiro, onde ficou por longos anos, e também com passagem pelo bairro do Macuco Santos-SP e por último a nossa Sede na Rua Tiradentes nº 6.  A Sangue atingiu seu ponto mais alto entre os anos de 90 e 94, quando por proibição da F.P.F e da Policia Militar, torcidas organizadas foram proibidas de entrar nos estádios de futebol, aquilo foi um revés para nós, que passamos por algumas dificuldades, mas com a volta das torcidas a Sangue voltou de novo a se erguer, e a cada dia vai voltando a ser a grande torcida de outrora.

http://www.organizadasbrasil.com/torcida/SANGUE-JOVEM-SANTOS-93.html

quarta-feira, 2 de abril de 2014

FIEL TORCIDA JOVEM CAMISA 12 - A Camisa 12 foi fundada em 08/08/1971. Jovens apaixonados pelo Corinthians, pertencentes a "Fiel" Torcida, com o ideal do Torcedor, resolveram homenagear a Nação Corinthiana, exaltando o 12º jogador.   Corinthians é assim : tem um Jogador nas Arquibancadas. É um clube diferente: todos os times tem uma Torcida. No Corinthians, a Torcida tem um Time.  O caminho percorrido pela Entidade foi difícil. O time não ganhava nada, estava na fila desde 1954. Mas a Torcida Corinthiana nunca parou de crescer, assim como a própria Camisa 12, que se transformou logo nos primeiros anos em uma das maiores torcidas organizadas do Brasil. E no "sofrimento", mostrava seu valor aos estádios. A invasão do Rio de Janeiro em 1976, na memorável semifinal contra o Fluminense, a Camisa 12 participou ativamente, levando ao Maracanã milhares de Corinthianos, centenas de bandeiras e uma Bateria nota 10. Ou melhor nota 12.
http://www.organizadasbrasil.com/torcida/FIEL-TORCIDA-JOVEM-CAMISA-12-83.html

terça-feira, 1 de abril de 2014

TORCIDA JOVEM SANTOS - "A história da Torcida Jovem se confunde um pouco com a história do próprio clube, e hoje já não se pode pensar em Santos sem lembrar-se, inevitavelmente, Torcida Jovem. Uma Torcida que começou com a mesma abnegação, o mesmo entusiasmo que existia naqueles jovens que fundaram o clube naquela noite de 14 de abril de 1912."  Durante os anos de 1966 a 1968, quando o Santos ainda não possuía,principalmente em São Paulo, o mesmo número de torcedores que possui hoje, um grupo de rapazes corajosos, valentes faziam questão de comparecer em todas as partidas que o time jogava na capital. Depois de 3,4 ou 5 partidas, esses garotos começaram a se conhecer e a combinar de irem juntos para o estádio e lá ficarem no mesmo lugar. Era uma maneira que servia, inclusive para fortalece-los, ante a provocação de outras torcidas.  Quando esses manos, barulhentos, chegavam para um clássico era comum ouvir-se: "ai está a torcida do Santos chegaram todos numa kombi". O hábito de freqüentar os jogos do Santos tornou-se tão comum que em 1969, eles resolveram fundar uma torcida oficial uniformizada que a partir daquele momento fosse em todos os jogos do time como e onde ele estivesse. Esse ficou sendo o lema, que os garotos como Cosmo, Alemão, Tobogã, Menezes, Celso Jatene, Zé Miguel e outros dos 13, que fundaram a torcida, levaram para todos os campos.  E no dia 26 de setembro de 1969, quando o Santos retornava de mais uma excursão vitoriosa, invicto em uma série de 7 partidas pela Europa, 13 garotos reunidos numa velha casa no tradicional bairro do Brás em São Paulo decidiram fundar oficialmente a Torcida Jovem. Aquela casa que era onde residia Cosmo Damião ficou sendo a primeira sede oficial da primeira torcida uniformizada e organizada do Santos.  A primeira grande alegria dessa torcida não tardou a acontecer. Foi no dia 19 de novembro daquele mesmo ano no Rio de Janeiro por ocasião da marcação do milésimo gol de Pelé. Depois disso não demorou muito para que um forte movimento de adesão de torcedores fosse iniciado. O Santos representava naquele momento o sonho de todo garoto que começava a entender futebol, a dar seu primeiro chute numa bola. Ano em que o time conquistou o tri-campeonato paulista, Pelé marcava o milésimo gol e véspera da maior conquista do futebol brasileiro que foi o tri-campeonato do México em 1970.  A maior Torcida de manifesto... A Torcida Jovem ao longo de sua história sempre foi considerada pela imprensa e pelo povo de modo geral uma torcida politizada. Desde a nossa fundação a nossa maior preocupação e o maior objetivo é incentivar e acompanhar o Santos Futebol Clube em todas as suas jornadas. Porém com o crescimento da Torcida as idéias diversificaram.  Em 1970 participamos da oposição na eleição do Santos F. C. de lá para cá nunca ficamos inertes da vida política do nosso clube, sempre participando em nome da galera alvi-negra. Sempre tivemos uma posição independente, sempre assumindo os compromissos em prol do Santos F. C. tivemos representantes no conselho deliberativo do nosso clube. No início da vida de nossa torcida, ainda instalada na Av. Senador Queiroz, onde começamos a pensar em ser um grêmio recreativo e cultural, discutíamos todos os assuntos de interesse social.  Foi realmente uma época com dificuldades, repressões. Os companheiros da época sentiram que o futebol era usado como trampolim político, a partir daí, começaram a se preocupar seriamente para que o nosso grêmio não se alienasse a esse processo. Por isso democraticamente passaram a discutir a vida política e social do município, estado e país.  Vamos descrever algumas passagens, onde nossa entidade esteve verdadeiramente identificada. Campanha de anistia ampla, geral e irrestrita, onde inclusive nosso companheiro Cosmo Damião foi indicado coordenador. Na memoral campanha das diretas já, nossa bateria nota 10 esteve presente em todos os comícios na capital de São Paulo.  Participamos também da luta pela autonomia política da cidade de Santos. Fomos um dos fundadores da A.T.O.E.S.P. (Associação das Torcidas Organizadas de São Paulo) e da A.T.O.S. (Associação das Torcidas Organizadas de Santos). No Impeachment do Collor, participamos das grandes passeatas na capital de São Paulo com bandeiras e a nossa bateria nota 10. Instalados na nossa antiga sede desde 1978, participamos juntos com os moradores do Bixiga de várias reuniões para reivindicações das melhorias do bairro por exemplo: O cercado e a construção do Play Ground da Praça Pérola Byington; campanha de Natal das crianças pobres do Bixiga; e várias outras.  Queremos mostrar a todos nosso quadro de associados que ao longo desses anos, sempre participamos ao lado da sociedade, das lutas pelo bem estar de todos. Os nossos quase 38 anos de glórias só foram conseguidos com a união de todos e o idealismo de todos aqueles que amam a Torcida Jovem e constroem algo em prol do Santos F.C., sempre mantendo a tradição pelos interesses do torcedor que são eles: estudantes, trabalhadores e pais de família, lutando pela paz nos estádios.

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segunda-feira, 31 de março de 2014

TORCIDA TRICOLOR INDEPENDENTE - A Independente nasceu das divergências de idéias e posturas entre a torcida uniformizada Tusp e alguns dos seus filiados. Tiveram muitas dificuldades mas souberam supera-las.  A Garra de Uma Torcida Sua história começa em março de 1972. O São Paulo disputava a Taça Libertadores da Américo no Paraguai. Seus adversários, o Cerro Portenho e o Olímpia. Os torcedores uniformizados(TUSP), estavam animados, pois era a primeira vez que compareciam aos jogos no exterior. Os preparativos começaram muito bem. Fretaram 8 ônibus. Pagaram pela excursão, incluindo hospedagem. Na bagagem dos organizadores, muitas camisas e brindes para serem distribuídos aos simpatizantes do São Paulo. No entanto a viagem teve o amargo saber da derrota. O time perdeu o primeiro jogo na quarta feita por 3 a 2, para o Cerro Portenho e a torcida, a confiança na diretoria da Tusp. "Não bastasse o time ter perdido descobrimos que os cabeças da torcida ficariam hospedados em hotéis 4 estrelas e os demais em pensões. Para completar, ficamos sabendo que em vez deles de distribuírem os brindes e camisetas, estavam vendendo" lembra Newton Ribeiro, um dos fundadores da Independente. Foi a Gota d’água. Na volta da excursão, logo após o ultimo jogo, no domingo(São Paulo 1 x 0 Olímpia), no próprio ônibus já se começou a cogitar formação de uma facção da torcida. A idéia se concretizou durante um jogo no Pacaembu quando Newton foi procurado por Ricardo Rapp e Rinaldo Cardoso, outros dois torcedores descontentes para discutirem a formação da nova torcida. Mais tarde juntaram-se a eles um grupo, de 40 jovens, que há algum tempo, estava insatisfeito com as muitas regras impostas pelo pessoal mais velho da Tusp.  As dificuldades para a fundação da Independente foram muitas. A começar pelo diretor social do São Paulo, Arnaldo Ruick, que não aprovava a formação da nova torcida." Dizia que isso era coisa de corinthiano e maloqueiro" conta José Carlos Zabeu, um dos torcedores da ala jovem. Outro problema que tiveram de superar foi a falta de um local para as reuniões. Para a primeira emprestaram uma das salas da Esfera Tour Turismo, na Av. Ipiranga. Nesse dia grandes decisões foram tomadas. A principal, a escolha do nome, Pensaram inicialmente em colocar o nome de animal, muito comum na época. Mas, Ricardo Rapp, inspirado nos vários movimentos de independência que estavam ocorrendo no mundo, sugeriu o nome de independente que, que inclusive traduzia bem os ideais da torcida, "de total independência do clube". Surgiu assim, o nome "Tricolor Independente". O passo seguinte, a definição da camisa. A eleita foi a do uniforme um, já que a Tusp usava o uniforme dois. Depois organizaram a diretoria, composta por: Newton Ribeiro, presidente; Rinaldo Cardoso Leite, vice-presidente; Ricardo Rapp, coordenador de campo e tesoureiro; e Célio Perina, José Octávio Alvez Azevedo, Plínio Peloso, José Oswaldo Feitosa, sem cargos específicos. Nessa reunião ficou ainda resolvido, ainda que só usariam bandeirão bem grandes de quatro por seis metros, com o nome da torcida, para chamar atenção nos estádios; e que a torcedora símbolo seria dona Filinha, figura muito querida dos são-paulinos. A data oficial da fundação da Independente ficou sendo a de 17 de abril de 1972. Seus estatutos ficaram prontos no dia 9 de junho do mesmo ano. Para ser sócio bastava ser são-paulino, ter duas fotografias e contribuir mensalmente com Cr$20 mil, como é até hoje, com valor diferente.  Nos Estádios A luta no campo não foi menor. Tiveram de brigar por um espaço na arquibancada e no estádio, para guardar o material, e, ainda conquistar novos torcedores. O primeiro jogo ao qual a torcida compareceu oficialmente foi no dia 23 de abril de 1972, no Estádio do Pacaembú. O São Paulo jogava contra a Lusa. A primeira preocupação foi o espaço a estabelecer na arquibancada, já que na época a Tusp ocupava todo o local. "Nos optamos pelo meio" explica Newton. Lugar estabelecido , partiram em busca de novos associados. "Cada torcedor que víamos com a camisa do São Paulo era convidado a se integrar à Independente. Foi desse modo que encontraram os primeiros associados. José Carlos Zabeu, Mário Luiza Marcondes(Cida), Luis Alfredo(Turiassu) entre outros. A cada jogo o processo se repetia. O trabalho era cansativo. Mas, o mais desgastante era não ter onde guardar o material, ( A sala da Av. Ipiranga só ficou emprestada por 3 meses). Dia de jogo, eram obrigados a chegar muito mais cedo aos estádios, porque tudo era feito lá mesmo com algumas horas de antecedência. "Tínhamos de cortar o bambu(conseguidos no cemitério das redondezas) confeccionar as hastes da bandeira, pós não tínhamos como transporta-las, colocar as faixas e ainda brigar pelo lugar’ conta Newton. O sufoco chegou a tal ponto que resolveram procurar o conselheiro do São Paulo, Paulo Planet Buarque, para pedir um espaço no Morumbi. A reunião foi marcada com o conselheiro de obras do estádio Antonio Numes Leme Galvão. Mas, o tema do encontro acabou sendo a própria torcida: "Eles queriam que desistíssemos. A sala foi conseguida depois de um ano e de muitas idas e até lá.  Meu lugar é aqui !  Paralelamente, a luta por uma sede continuava. A maior dificuldade foi com os proprietários, que negavam a locação, logo após saberem o motivo da procura. Enquanto isso, os encontros se realizavam na Galeria Guatapará, na rua 24 de Maio, ou no Largo do Paissandu, a céu aberto. "O País passava por uma época de muita repressão e ditadura, e sempre éramos molestados pela polícia, que não podia ver um grupinho reunido, já desconfiava tratar-se de um complô", recorda Newton. Recorreram, também, a diversas pessoas que se diziam dispostas a ajudar. Mas nada conseguiram. "A solução veio do Dr. Toledo que nos cedeu uma sala de uma firma de café falida, da qual era fiel depositário, na própria Galeria Guatapará. Mais tarde conseguimos alugar a sala ao lado.  Bateria - Independente até no samba  Ter a melhor bateria sempre foi o ponto de honra da torcida. A Independente hoje, se constitui em um bloco carnavalesco com mais de 400 integrantes. A Independente durante os 3 primeiros anos, foi pequena, tenho em média 200 associados. Mas isso não a impediu que se destacasse das demais pelas bandeiras bonitas e por sua bateria. Esta última , ponto de honra da torcida. Para isso, lançavam mão de todos os recursos, contratavam baterias e até ordões carnavalescos. A primeira a acompanhá-la foi o Fio de Ouro, do Rômulo e Remo. Depois seguiram-se a Imperador do Ipiranga, do Paulo; Os garotos da Chácara Santo Antonio e, por último, a Cabeções da Vila Prudente, que permaneceu até a formação da sua própria bateria no começo dos anos 80. Criado por amigos da roda de samba no bar do Waldemar, no bairro do Imirim. Atualmente a Independente participar do desfile do carnaval de São Paulo.  Caravanas - Os salvadores da pátria A primeira caravana da Independente para Piracicaba, não traz boas recordações para seus integrantes. O São Paulo disputava o Paulistão 72. A torcida alugou um ônibus mas somente 15 torcedores apareceram. Mas a segunda viagem para Araraquara, ainda durante o campeonato, foi muito importante, pois trouxe a pessoa que iria por as suas finanças em dia: Arari Guimarães. Ele chegou por meio de um anúncio publicado na Gazeta Esportiva. Um recurso para completar a lotação do ônibus que, até aquele momento estava apenas com 20 reservas. E, ainda, levou mais 10 pessoas para a viagem. Mas sua revelância não se resume a isso. "Por ser uma pessoa de muita responsabilidade, nós o convidamos para ser o tesoureiro. Foi graças a ele que conseguimos tocar a torcida para frente". Segundo Newton, antes do senhor Arari, não se podia dizer que a contabilidade era perfeita. "O dinheiro arrecadado ficava no bolso e, ás vezes servia de pagamento das rodadas de cerveja do Bar Ponto Chic, no centro da cidade, o ponto de encontro da moçada". Em contrapartida, quando a Independente se encontrava em dificuldades financeiras, usávamos os próprios recursos para saldar as dívidas". Na época, o crescimento da torcida dependia diretamente do desempenho do time, de 1972 a 1974, período em que o São Paulo não ganhou campeonatos, o número de associados caiu. Para reverter o quadro. Algumas pessoas iniciaram uma campanha em rádios e jornais e lançaram, também o "São Paulino Amigo"(um folheto para ser distribuídos nos jogos) na tentativa de popularizar a Independente. Mas o grande impulso foi dado pela própria polícia. Em protesto a proibição do uso dos instrumentos musicas no campo. Nilson confeccionou faixas com os seguintes dizeres: "Silêncio estamos jogando"; e o corneteiro passou a tocar a marcha do "Silêncio". "Foi um sucesso todos os meio de comunicação deram destaque a notícia" informa Newton. De 200 associados chegaram a 1 mil, em um ano.  A Nova Independente Em agosto de 1995 ocorreu uma briga no Estádio do Pacaembu entre a Torcida do São Paulo e a torcida do Palmeiras que infelizmente a F.P.F. proibiu a entrada nos estádios e a Justiça por meio do Ministério Público anos depois fechou a entidade Torcida Tricolor Independente. Nesses meses de proibição muita coisa aconteceu na Independente, alguns diretores, fundadores e associados foram afastados por ações não dignas de pessoas que amam a Torcida. Sendo que em 11 novembro de 1998 foi fundada o G.R.E.C. Tricolor Independente com novos fundadores e também uma nova diretoria, todos unidos em prol da nova agremiação que começava tudo do zero mas usava o respeitado nome Independente. Após a fundação os primeiros problemas começaram a surgir, a Tricolor Independente não possuía sede, material e muito menos dinheiro em caixa.  "A Retomada" e a volta aos estádios A Independente foi a única torcida que foi "tomada" por alguns ex-diretores e associados da torcida que insatisfeito com a diretoria da torcida que era bancada pelo São Paulo gastava dinheiros em fins particulares e assim deixando a torcida com dividas superiores a 250 mil reias e nome sujo na praça. No final de 2002, o bonde de Batata e Negão assumiram a torcida, sem dinheiro, com dívidas e sem ter um material na sede. Em pouco tempo a torcida já estaria com novos fornecedores, diversas sub-sedes e caravanas para todo mundo.  Como maior feito desta atual diretoria, conhecida como "A Retomada" foi a volta aos estádios paulistas com nossas faixas, camisas e bandeiras. Graças a coperação e o trabalho junto com ministério publico e a policia militar. A INDEPENDENTE pode finalmente colocar uma faixa em um estádio de futebol em São Paulo com seu nome .

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domingo, 30 de março de 2014

MANCHA ALVI-VERDE - A Mancha Verde foi fundada no dia 11 de janeiro de 1983, resultado da fusão de três antigas torcidas organizadas (Império Verde, Inferno Verde e Gremio Alviverde). Na época sentia-se a necessidade de se organizar uma nova e sólida representação para a Torcida Palmeirense nas arquibancadas.  O NOME MANCHA VERDE Composta na época de sua fundação basicamente por jovens e adolescentes, sugeriu-se uma denominação que se tornaria inclusive o símbolo representativo da Torcida, baseado em um dos personagens das revistas em quadrinhos. Tal personagem passava uma imagem de irreverência e rebeldia, mas sempre aliada ao humor e a uma inegável simpatia, fatores estes preponderantes nesta escolha. Portanto não existe maldade na expressão "MANCHA" no nome da Torcida, sendo que a sua colocação no sentido pejorativo sempre foi feita por aqueles que procuram atingí-la e difamar até nestes pequenos detalhes.  A MANCHA VERDE E SEUS OBJETIVOSUm fato é incontestável: nenhuma torcida cresceu tanto em tão pouco tempo. A Mancha chegou a possuir aproximadamente 18.000 associados oriundos de todas as classes sociais e uma das maiores representatividades ativas nas arquibancadas brasileiras. A sua organizaçãoe estrutura foi se formando a cada ano de maneira sempre progressiva. Sempre foi uma entidade totalmente independente, cujos integrantes sempre pagaram ingressos nos estádios e que se manteve às custas de mensalidades destes associados e da venda de camisetas, bonés, plásticos adesivos, etc. Sua sede social sempre possuiu todas as condições e equipamentos necessários à administração e ao atendimento dos interesses da coletividade, com várias opções de lazer e mantendo-se aberta à população em geral para campanhas assistenciais e de emergências.   O objetivo da Mancha Verde sempre foi o de levar aos estádios onde se apresenta a S. E. Palmeiras, todo o seu amor e incentivo a este clube, festejando e enfeitando o espetáculo do Futebol e sempre da maneira mais ordeira e pacífica possível desde que houvesse reciprocidade de tratamento. Além disso a entidade sempre promoveu diversas competições esportivas entre seus associados e simpatizantes, chegando a oferecer aos mesmos, assistência médica através de convênio firmado com hospital de primeira linha. Prestou serviços de utilidade pública tais como as campanhas de agasalho, doações ou intermediação para doações quando possível. Promoveu também inúmeros eventos sociais. A característica maior da Torcida Mancha Verde, embora por alguns contestada, é a de ser o legítimo "porta-voz" dos torcedores palmeirenses nas arquibancadas, situação reconhecida e até por muitas vezes solicitada pela grande maioria destes torcedores.
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